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segunda-feira, 12 de setembro de 2011

No oitavo dia seguido de alta, dólar opera acima de R$ 1,70

Na sexta-feira, moeda avançou 1,04%, a R$ 1,6772 na venda.
No mês até o final da semana passada, valorização chega a 5,32%.

 
O dólar opera em alta nesta segunda-feira (12), e passa da marca dos R$ 1,70. Perto das 16h20, a moeda tinha valorização de 2,61%, a R$ 1,721 na venda.
Na sexta-feira (9), o dólar completou o sétimo pregão seguido de alta e anulou as perdas ao longo do ano.

O medo de um calote na Grécia e a saída surpreendente de um diretor do Banco Central Europeu (BCE) intensificaram a busca por proteção.

Com isso, a moeda norte-americana subiu 1,04%, a R$ 1,6772 na venda. Foi o maior patamar de fechamento desde o dia 17 de março, quando a moeda fechou cotada a R$ 1,6860.

Nas bolsas de valores, o dia também é de pessimismo. A Bovespa opera com perdas acentuadas, enquanto na Europa o principal índice das ações do continente recuou 2,52%, para 892 pontos, ao menor nível em dois anos.


Fonte: http://g1.globo.com/economia/mercados/noticia/2011/09/no-oitavo-dia-seguido-de-alta-dolar-opera-acima-de-r-170.html

Superávit da balança ultrapassa US$ 21 bilhões e já é maior do que 2010

O superávit da balança comercial (exportações menos importações) somou US$ 21,27 bilhões do início do ano até o dia 11 de setembro, informou o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) nesta segunda-feira (12).

Com isso, registrou crescimento de 78,6% frente ao mesmo período de 2010, quando o saldo somou US$ 11,91 bilhões. Além disso, também ultrapassou o saldo registrado em todo ano passado, que foi de US$ 20,27 bilhões - o menor em oito anos.

O aumento do saldo comercial neste ano está relacionado, principalmente, com a elevação dos preços das chamadas "commodities" (produtos básicos com cotação internacional, como alimentos, petróleo e minério de ferro, entre outros) no mercado externo. Com o preço em alta, as vendas externas se tornam mais rentáveis - o que aumenta o valor das exportações.

As vendas brasileiras para o exterior, de acordo com o Ministério do Desenvolvimento, somaram US$ 173,54 bilhões no acumulado deste ano, com crescimento de 31,7% sobre o igual período de 2010. Ao mesmo tempo, as importações totalizaram US$ 152,26 bilhões na parcial de 2011, com elevação de 27% sobre o mesmo período do ano passado.

Ano de 2010 e previsões
No ano passado, com o forte crescimento das importações, fruto do elevado ritmo de crescimento da economia brasileira (acima de 7,5%) e do dólar baixo - fator que encarece as vendas externas e tornam as compras do exterior mais baratas - o saldo comercial positivo recuou para US$ 20,27 bilhões.

O desempenho da balança comercial em 2011 tem surpreendido os analistas, visto que, no início deste ano, o mercado financeiro acreditava que o superávit ficaria abaixo de US$ 9 bilhões.

Com os bons números dos últimos meses, este dado tem sido constantemente revisado para cima. A última estimativa é que o superávit comercial some US$ 23,8 bilhões em 2011. O Ministério do Desenvolvimento acredita que o saldo ficará positivo em US$ 27 bilhões neste ano.

Início de setembro
Nas duas primeiras semanas de setembro, parcial até este último domingo (11), a balança comercial registrou um superávit de US$ 1,31 bilhão, resultado de exportações em US$ 6,83 bilhões (média diária de US$ 1,13 bilhão) e importações em US$ 5,51 bilhões (ou 918 milhões por dia útil).

Pela média diária, as exportações mantiveram, no começo deste mês, o patamar recorde registrado em agosto. Contra setembro de 2010, o crescimento das vendas externas foi de 27%. Já as importações tiveram queda de 5,2% na comparação com agosto de 2011 e crescimento de 8,7% contra setembro do ano passado.


Fonte: http://g1.globo.com/economia/noticia/2011/09/superavit-da-balanca-ultrapassa-us-21-bilhoes-e-ja-e-maior-do-que-2010.html

Liderança Desde Sempre

Conheças as Características dos Líderes Desde Antes de Cristo.
Estudiosos sobre Liderança vêm afirmando que o líder eficaz possuiria três (3) características básicas: (A) Foco nos resultados; (B) Motivação de sua equipe; (C) Disciplina para alcançar seus objetivos. Observando atentamente a história humana observamos que desde os primórdios dos tempos os seres humanos vêm se preocupando com a organização da sua sociedade.
Os gregos – por exemplo – se perguntavam constantemente como poderiam fazer sua sociedade funcionar melhor. No século VII AC Homero se concentrou no relacionamento entre dois líderes: Agamenon e Aquiles.
Os gregos examinaram a questão da Liderança como ninguém fizera até então, pois se eles eram motivados como poderiam obter sucesso diante das dificuldades aparentemente intransponíveis? Eles procuraram entender o que impelia diversos indivíduos a se unirem numa organização. Além disso, os gregos se mostraram ansiosos em discernir como a autoridade e o poder poderiam ser mais bem estruturados para preservar os dois pilares da sua sociedade – a liberdade e o respeito a lei.
O isolamento geográfico, a natureza contemplativa e a crença na razão levaram os gregos a formular as primeiras perguntas importantes sobre a natureza do relacionamento entre os indivíduos e as organizações. Eles acreditavam ser necessário equilíbrio para dar suporte à eficiência das organizações e dos indivíduos nelas envolvidas.
Aristóteles desenvolveu um sistema filosófico bastante interessante que denominou de “a doutrina da moderação”, garantindo que a organização jamais poderia transgredir completamente os direitos individuais; e que o indivíduo não poderia colocar suas necessidades acima dos interesses organizacionais.
Atualmente, ao investigarmos as causas de um desastre financeiro percebemos que esses fracassos muitas vezes têm pouco a ver com o produto, com o marketing, planejamento ou mesmo problemas financeiros. Na verdade, tem muito a ver com a química entre os líderes das organizações. Quando os altos executivos gastam mais tempo e energia contra-atacando do que cooperando, o efeito sobre a organização é corrosivo.
A degradação de equipes é uma espécie de moléstia organizacional. Há mais de 2.500 anos, Homero nos contou as desavenças entre o rei dos gregos (Agamenon) e o melhor de seus guerreiros (Aquiles), por ocasião da conquista de Tróia. A guerra se arrastava com os gregos querendo voltar para suas casas, suas provisões sobretaxadas e os custos se acumulando de forma alarmante.
Agamenon – que pouco sabia como manter o comportamento e o apoio de seus guerreiros – procurava provar ser melhor que Aquiles, em vez de motivá-lo para usar sua energia na tomada da cidade. Tomando o “prêmio” de Aquiles, Agamenon provocou a reação negativa deste, como se fora um empregado qualquer. E, completamente insatisfeito, Aquiles se recusou a lutar e retirou-se com seus batalhões. Dessa forma, o Rei tentou atraí-lo de volta sinalizando com maiores prêmios. Mas, a emenda foi pior que o soneto.
Nenhum clássico dramatiza melhor o poder destrutivo dos desvios de atenção do que Odisséia, de Homero, a qual narra como Ulisses se concentrou para retornar à sua casa. Não foi uma jornada fácil, pois ele perdeu todos os seus navios e conseqüentemente todos seus companheiros. Mesmo Possêidon – o deus grego do mar – estava contra ele e, a viagem, assediada por inúmeros atrasos, vários erros, caprichos dos deuses, mau tempo, sedução por mulheres e obstinação dos marinheiros, demorou 10 anos. E quando ele finalmente chegou à casa, teve o desagradável problema de enfrentar uma turba de pretendentes de Penélope, sua esposa.
Ulisses obteve sucesso porque, tendo disciplinado seus recursos, raramente ele perdeu seu objetivo de vista. Ele “administrou por objetivos”, fazendo essa técnica funcionar. Ele estava obcecado pela idéia de chegar à casa e isso o sustentou pelos 10 anos seguintes. Encontrar um Ulisses moderno não é um desafio fácil.
Em 1958 Kenneth Olsen fundou a DEC (Digital Equipment Corporation), produzindo microcomputadores. Foram tempos duríssimos, pois competir com a IBM era avassalador. Mas, Kenneth anunciava que “os sistemas são o futuro”, tendo visões (já naquela época) do correio eletrônico (e-mail), do acesso instantâneo às impressoras centrais, dos discos de memória, dos programas e dos bancos de dados.
Estando bem à frente do mercado, Kenneth anteviu um crescimento explosivo da automação integrada de escritórios (hoje conhecido como Networking) e, como ficou demonstrado, estava apenas seguindo uma estratégia com a qual havia comprometido sua empresa por mais de 10 anos – ligar os computadores através de redes. Era perfeitamente natural que ele mantivesse a direção de sua organização apontando para frente, pondo todos para trabalhar duro, enquanto os profetas da ruína previam seu desaparecimento.
Portanto, características como FOCO nos objetivos, MOTIVAÇÃO de colaboradores e DISCIPLINA sempre foram características inerentes aos Líderes, desde os primórdios do tempo.

Fonte: http://meuartigo.brasilescola.com/administracao/lideranca-desde-sempre.htm

A Espiral do Sucesso

Você busca o sucesso? Deseja conquistar algo muito importante? Já chegou ao topo e pretende manter-se nele? Muito se tem dito sobre como conseguir sucesso. De tudo que já li e ouvi uma dica ficou guardada em minha mente e vou compartilhá-la com você.

Você é quem traça seu destino. Você é o autor. Você escreve a história. A caneta está em sua mão e o desfecho é o que você escolher.
Lisa Nichols 

Dentre tantos livros memoráveis sobre o assunto, não podemos deixar de mencionar O Segredo de Rhonda Byrne que aborda o assunto com maestria. A obra demonstra que o sucesso já existe dentro de cada um de nós e que, portanto, não precisamos buscá-lo fora e sim desenvolvê-lo em nosso interior. A obra evidencia, também, que a nossa vida é como se fosse um quadro-negro em branco em que podemos preenchê-lo como bem desejarmos.
O problema é que muitos de nós não sabemos como fazê-lo. Dai, o deixamos em branco ou escrevemos coisas indesejáveis, improdutivas ou repugnáveis. O livro cita exemplos de palavras que devemos registrar e praticar todos os dias. Dentre tantas, ressalta a gratidão, perdão, amor, compaixão e ação.
Entretanto, levando-se em conta autores como Dale Carnegie, Napoleon Hill, Zig Ziglar, entre outros, penso que a sintonia fina entre vários fatores psicológicos, técnicos e comportamentais seguramente levará você a grandes conquistas. Diante de tudo que já li, ouvi e pesquisei entendo que um bom caminho para alcançar o triunfo pode advir de um processo contínuo, tipo espiral, contendo os seguintes comportamentos: conhecimento, habilidade e ação.
O conhecimento é a base do processo de desenvolvimento intelectual. Sem ele não seríamos quem somos. Morreríamos todos! Até porque, precisamos dele para prevenir a nossa saúde contra todos os males, para nos alimentar corretamente e nos manter saudáveis, nos proteger contra os perigos da natureza, nos locomover, comunicar entre outros. Quando estudamos, lemos, assistimos televisão, vamos ao cinema ou teatro, estamos em contato com poderosas fontes de cultura e sabedoria.
O conhecimento precisa ser desenvolvido e aprimorado. E como isso ocorre? Quando ele é compartilhado. Para ser produtivo ele precisa ser exercitado. Se você estuda um novo idioma, o melhor será praticá-lo ou não terá valor. Se estuda uma profissão é porque, naturalmente, busca novos conhecimentos e aplicabilidades. Caso contrário, será esforço inútil, não é mesmo?

A prática diária do conhecimento e da habilidade é um dos canais pelos quais o sucesso chegará a você. 

O exercício do know-how é terreno fértil para a habilidade. Eu diria que ele é a ponte do conhecimento para a realização. Você pode aprender a tocar um instrumento musical, mas terá de ter habilidade para criar uma melodia apreciável. A informação sem aptidão não garante o sucesso. É como ir ao teatro assistir uma comédia. Muita gente pode conhecer a piada que o humorista conta, porém poucos teriam perícia para fazer tanta graça. Uma pessoa com muita informação e sem nenhum talento é como se fosse ótimas sementes sem terreno adequado para semeá-las.
No entanto, se você domina as duas artes irá logo descobrir que falta um ingrediente muito poderoso, sem o qual não poderá ir muito longe. É o que chamamos de AÇÃO. É através dela que o know-how adquirido se transforma em realidade. Eu diria que o conhecimento é a base, a habilidade, os meios e a ação o produto. Você pode ter toda a informação que deseja, pode ter desenvolvido a perícia sonhada, porém se não colocar as duas coisas em prática não vai colher o resultado que tanto espera.

“Você cria seu próprio universo à medida que avança”
Winston Churchill 

Imagina uma pessoa cuja meta é se tornar um humorista brilhante. Ele poderá estudar teatro, adquirir novas técnicas, desenvolver seus dotes artísticos, porém se não tomar a iniciativa e começar a praticar, provavelmente, nunca será reconhecido como tal.
Se você acha que essas dicas podem funcionar, então é só agir. Primeiro, busque estudar o assunto que deseja adquirir conhecimento, depois desenvolva habilidade adequada para a sua implementação. Dai, é exercitar e aperfeiçoar-se, pois a prática faz a perfeição. O resultado que virá você já conhece, chama-se: SUCESSO.

Fonte: http://meuartigo.brasilescola.com/administracao/a-espiral-sucesso.htm

sábado, 10 de setembro de 2011

Superávit comercial da China cai a US$ 17,8 bilhões em agosto

Em julho, valor tinha ficado em US$ 31,5 bilhões.
Exportações subiram 24,5% no mês sobre mesmo período de 2010.

 
O superávit comercial da China encolheu acentuadamente para US$ 17,8 bilhões em agosto, ante US$ 31,5 bilhões em julho, ficando distante da mediana de US$ 23,4 bilhões projetada por 12 economistas em pesquisa feita pela agência de notícias Dow Jones. Os dados foram divulgados neste sábado (10) pela Administração Geral Alfandegária do país.
As exportações subiram 24,5% em agosto deste ano ante o mesmo período do ano anterior. O número está acima da elevação de 20,4% registrada em julho, na mesma base de comparação, e também supera as projeções de expansão de 21,6% da pesquisa.
As importações avançaram 30,2% no mês passado em relação a um ano antes, acima da alta de 22,9% em julho, na mesma base de comparação, e também superando a mediana projetada pelos economistas, de elevação de 21,0%. As informações são da Dow Jones.


Fonte: http://g1.globo.com/economia/noticia/2011/09/superavit-comercial-da-china-cai-a-us178-bi-em-agosto.html