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terça-feira, 13 de setembro de 2011

Bovespa vira e opera em alta nesta terça-feira

Na segunda-feira, índice fechou aos 55.685, queda de 0,17%.
Mercado reagiu ao temor de um possível calote da Grécia.


A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) virou e passa a ter valorização nesta terça-feira. A bolsa chegou a operar em baixa no início da manhã. Às 11h12, o Ibovespa, principal índice da bolsa paulista, tinha alta de 0,13%, aos 55.756 pontos.

Dólar

 
Após abrir o dia com valorização e chegar a operar em alta pelo nono dia seguido, o dólar mudou de rumo e passa a ter baixa nesta terça-feira (12). Perto das 11h, a moeda caía 0,05%, a R$ 1,707 na venda.

Após abrirem em queda, bolsas europeias operam em alta nesta terça-feira. O leilão de títulos da dívida da Itália e a aproximação do país com a China direcionavam, em parte, os negócios nos mercados acionários da Europa.

Os investidores estão atentos ainda a notícias envolvendo a Grécia e acompanham o movimento dos papéis de bancos e do câmbio.

Na segunda-feira (12), a Bovespa fechou o pregão perto da estabilidade, seguindo o movimento das bolsas dos Estados Unidos, e anulando as perdas registradas durante o dia. Na sexta-feira, a queda foi de mais de 3%.

Na segunda, influenciado pelas preocupações do mercado com um possível calote da Grécia, e também por um possível rebaixamento dos ratings de bancos franceses pela Moody's, o Ibovespa chegou a cair mais de 2% ao longo do pregão, mas fechou em queda de apenas 0,17%, aos 55.685 pontos. O volume financeiro do pregão foi de R$ 5,3 bilhões.

Em setembro, o principal indicador do mercado acionário brasileiro recua 1,43%; no ano, a desvalorização está em 19,65%.

Fonte: http://g1.globo.com/economia/mercados/noticia/2011/09/bovespa-vira-e-opera-em-alta-nesta-terca-feira.html

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Brasil dá 'sinais mais claros' de desaceleração, diz OCDE

Entre as principais economias mundiais, Brasil tem indicador mais fraco de atividade econômica.

O Brasil é o país que dá sinais mais claros de desaceleração econômica entre as principais economias do planeta, afirma a Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE).

De acordo com o relatório mensal da entidade, divulgado nesta segunda-feira (12), o indicador que antecipa a atividade econômica nos próximos seis a nove meses está mais fraco no Brasil que em qualquer outro dos principais países emergentes ou industrializados.

O chamado indicador composto avançado (CLI, na sigla em inglês) tem como base o valor 100, que representa a intensidade da atividade econômica no longo prazo.

Depois de se recuperar dos efeitos da crise econômica de 2008, o Brasil vinha conseguindo manter um indicador levemente acima da tendência.

Neste ano, porém, o CLI caiu abaixo dos 100 pontos, até chegar a 95 em julho. Em relação ao mês anterior, isto representa uma queda de 1,7%.

"É um indicativo forte de que o Brasil terá uma desaceleração nos próximos seis a nove meses", disse à BBC Brasil o porta-voz da OCDE Nadim Ahmad.

"Mas a intensidade dessa desaceleração não é algo que possamos medir através do CLI. Não podemos dizer que a desaceleração no Brasil será mais intensa que em outros países, apenas que temos mais certeza de que ela ocorrerá."

Mundo em desaceleração

 
O CLI é um indicador qualitativo - mais que quantitativo - criado para antecipar em cerca de um semestre as tendências da atividade econômica nos países medidos.

A medição considera diferentes indicadores econômicos de curto prazo ligados ao PIB, como a produção industrial.

Em julho, a organização detectou sinais de desaceleração em praticamente todos os países, embora na maioria dos desenvolvidos a atividade tenha permanecido acima de 100.

Isto os coloca na categoria de em "leve desaceleração", pelos critérios da OCDE. Nesta classificação ficaram a zona do euro e os Estados Unidos.

No Japão, onde nos últimos dois meses os sinais de atividade econômica permaneceram estáveis, a OCDE acredita que a economia já esteja chegando próximo do ponto de inflexão.

Entre os emergentes, o indicador na China caiu 0,2% em julho, mas continua em 100,3, o que indica uma leve desaceleração.

A Índia é o segundo país onde os especialistas mais vêem sinais de queda no ritmo do crescimento da economia. O CLI indiano em julho ficou em 95,7.

Fonte: http://g1.globo.com/economia/noticia/2011/09/brasil-da-sinais-mais-claros-de-desaceleracao-diz-ocde.html

Economistas do mercado preveem novo corte dos juros em outubro

Redução prevista é novamente de 0,5 ponto percentual, para 11,5% ao ano.
Boletim Focus, do BC, mostra que mercado subiu previsão para a inflação.


Para combater os efeitos da crise financeira internacional, os analistas do mercado financeiro acreditam que o Comitê de Política Monetária (Copom) voltará a baixar os juros em 0,5 ponto percentual em seu encontro de outubro, para 11,50% ao ano, informou a própria autoridade monetária nesta segunda-feira (12) por meio do relatório de mercado, também conhecido como Focus.

Para os economistas, a taxa de juros recuará novamente em dezembro deste ano, visto que, pela sua estimativa, os juros terminariam 2011 em 11% ao ano. O mercado prevê, também, redução dos juros para 10,75% ao ano em abril de 2012, mas novo aumento, para 11% ao ano, em setembro do ano que vem - patamar no qual a taxa terminaria 2012.

As previsões do mercado foram feitas após a divulgação da última ata do Copom, realizada na quinta-feira da semana passada. O documento explica as razões para o corte de 12,50% para 12% ao ano nos juros. Na ata, o BC informou que "ajustes moderados" na taxa de juros "são consistentes com o cenário de convergência da inflação para a meta em 2012" - sinalizando, assim, que novos cortes nos juros podem acontecer no futuro.

Inflação

 
Segundo o boletim Focus, que é fruto de pesquisa do BC com os bancos, a expectativa dos economistas das instituições financeiras para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) deste ano, entretanto, continou a subir para 2011 e para 2012. Para este ano, avançou de 6,38% para 6,45% - próxima ao teto de 6,5% do sistema de metas de inflação. A previsão para o IPCA de 2012, por sua vez, subiu de 5,32% para 5,40%.

Pelo sistema de metas de inflação, que vigora no Brasil, o BC tem de calibrar os juros para atingir as metas pré-estabelecidas. Neste momento, a autoridade monetária já está nivelando a taxa de juros para atingir a meta do próximo ano. Para 2011 e 2012, a meta central de inflação é de 4,5%, com um intervalo de tolerância de dois pontos percentuais para cima ou para baixo. Deste modo, o IPCA pode ficar entre 2,5% e 6,5% sem que a meta seja formalmente descumprida.O BC busca trazer a inflação para o centro da meta de 4,5% em 2012.

Crescimento econômico e câmbio

 
O mercado financeiro também baixou, na semana passada, a sua estimativa para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 2011 de 3,67% para 3,56%. Esta é a sexta semana consecutiva que a previsão para o crescimento da economia diminui.

Os ajustes começaram após a piora da crise financeira internacional, com a revisão para baixo da nota dos Estados Unidos pela Standard & Poors. Para 2012, a previsão do mercado de crescimento da economia brasileira recuou de 3,84% para 3,80%. Trata-se do terceiro recuo seguido no indicador.

Nesta edição do relatório Focus, a projeção do mercado financeiro para a taxa de câmbio no fim de 2011 permaneceu inalterada em R$ 1,60 por dólar. Para o fechamento de 2012, a previsão do mercado financeiro para a taxa de câmbio ficou estável em R$ 1,65 por dólar.

Balança comercial

 
A projeção dos economistas do mercado financeiro para o superávit da balança comercial (exportações menos importações) em 2011 subiu de US$ 23 bilhões para US$ 23,8 bilhões na semana passada.

Para 2012, o BC revelou nesta segunda-feira que a previsão dos economistas para o saldo da balança comercial baixou em US$ 11,6 bilhões para US$ 15,3 bilhões de superávit.

No caso dos investimentos estrangeiros diretos, a expectativa do mercado para o ingresso de 2011 ficou estável em US$ 55 bilhões. Para 2012, a projeção de entrada de investimentos no Brasil permaneceu intalterada US$ 50 bilhões.

Fonte: http://g1.globo.com/economia/mercados/noticia/2011/09/economistas-do-mercado-ja-preveem-novo-corte-dos-juros-em-outubro.html

Principal índice das bolsas da Europa cai ao menor nível em dois anos

O índice FTSEurofirst 300 recuou 2,52%, para 892 pontos.
Medo de moratória da dívida grega prejudicou mercado.


O principal índice das ações europeias caiu ao menor nível em dois anos nesta segunda-feira (12), com o temor de uma moratória da dívida grega e com a preocupação dos investidores após o aumento dos juros dos títulos italianos em um leilão. O índice FTSEurofirst 300 recuou 2,52%, para 892 pontos.

Em Londres, o índice Financial Times fechou em queda de 1,63%, a 5.129 pontos. Em Frankfurt, o índice DAX recuou 2,27%, para 5.072 pontos. Em Paris, o índice CAC-40 caiu 4,03%, para 2.854 pontos.

Em Milão, o índice Ftse/Mib encerrou em baixa de 3,89%, a 13.474 pontos. Em Madri, o índice Ibex-35 registrou desvalorização de 3,41%, para 7.640 pontos. Em Lisboa, o índice PSI20 teve queda de 4,19%, para 5.795 pontos.

O banco francês BNP Paribas caiu 12%, com os investidores preocupados com a exposição do banco a títulos da Itália após o aumento dos juros do país acima de 4%, maior nível em três anos, depois de um leilão. Um mês atrás, o juro era de 2,96%.

"O medo vai muito além da Grécia. Os juros dos títulos da Itália dispararam, sinalizando que o contágio é real", disse David Thebault, diretor de operações da corretora francesa Global Equities.

As ações de bancos franceses também foram afetadas pela expectativa de um rebaixamento da nota de crédito de algumas instituições pela agência Moody's.

Fonte: http://g1.globo.com/economia/mercados/noticia/2011/09/principal-indice-das-bolsas-da-europa-cai-ao-menor-nivel-em-dois-anos.html

Bovespa acompanha mercado mundial e opera em queda

Na sexta-feira (9), índice fechou em forte queda, de 3,2%.
No pregão desta segunda, Grécia segue como foco das preocupações.


A Bovespa deu início ao pregão desta segunda-feira (12) em forte baixa, seguindo o movimento das bolsas estrangeiras, que caem devido as preocupações com um possível default da Grécia.

Às 15h49, o Ibovespa caía 1,66%, a 54.849 pontos. Pressionado pelos temores no exterior, o dólar opera em alta, e chegou a passar a marca de R$ 1,70.

As bolsas europeias tiveram fortes perdas. O principal índice das ações europeias caiu 2,52%, para 892 pontos, ao menor nível em dois anos. Em Londres, o índice Financial Times fechou em queda de 1,63%, a 5.129 pontos. Em Frankfurt, o índice DAX recuou 2,27%, para 5.072 pontos. Em Paris, o índice CAC-40 caiu 4,03%, para 2.854 pontos.

Na Ásia, Tóquio fechou em queda de 2,31%, com o índice Nikkei no menor nível em mais de dois anos, a 8.535,67 pontos. Hong Kong perdeu 4,21%.

Na sexta-feira (9), a Bovespa em forte queda, em um dia marcado pelo aumento da aversão ao risco diante de preocupações com a crise de dívida soberana na Europa. O Ibovespa, principal indicador da bolsa paulista, fechou em baixa de 3,2%, aos 55.778 pontos. Ao longo do pregão, foram negociados R$ 5,32 trilhões.

Nesta segunda-feira, o vice-ministro das finanças da Grécia, Filippos Sachinidis, afirmou que o país  tem dinheiro para operar até o próximo mês. No domingo, o país anunciou um novo imposto sobre o setor imobiliário, para contrabalançar sua fraqueza fiscal e alcançar a meta de déficit desde ano, informou o ministro das Finanças após uma reunião do governo.

Fonte: http://g1.globo.com
/economia/mercados/noticia/2011/09/bovespa-acompanha-mercado-mundial-e-opera-em-queda.html